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COMUNICAÇÃO E PATRIMÓNIO MUNDIAL - Blogue de Apoio à Tese de Doutoramento

Publicação de Excertos do Trabalho de Investigação Tutelado para a Obtenção do Diploma de Estudos Avançados do Doutoramento em Comunicação da Universidade de Vigo

Publicação de Excertos do Trabalho de Investigação Tutelado para a Obtenção do Diploma de Estudos Avançados do Doutoramento em Comunicação da Universidade de Vigo

Agradecimentos

 

 

À Professora Doutora Aurora García González, por toda a sua “generosidade” nas aulas que ministrou, na orientação deste trabalho, na simpatia e amizade demonstradas ao longo do tempo.

À minha sempre companheira Marta Loureiro, por tudo.

À minha mãe, por possibilitar o cumprir de um sonho

Tino Nóvoa, responsável pelo arquivo de La Voz de Galicia

Serviços da Biblioteca Central da Universidade de Vigo, Campus de As Lagoas Marcosende e serviços da Biblioteca Central do Campus de Pontevedra.


Património da humanidade em perigo, no Líbano

Património da humanidade em perigo, no Líbano

(Texto transcrito do sítio TV Ciência On-line, em 14/8/2006)

 

 

11-08-2006 20:00

António Manuel Silva

Conflito no médio oriente está a destruir a herança cultural da humanidade, um bem que a geração actual deve preservar e conservar para as vindouras. O alerta vem da UNESCO que apela aos beligerantes, na região, para pararem a destruição.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (UNESCO) fez soar o alarme e lançou um apelo a todos os que fazem a guerra no Líbano para preservarem os locais e o património «que faz parte do património ancestral da humanidade», afirma e Koïchiro Matsuura, director geral da organização.
A região de Tyr, no sul do Líbano, está ameaçada, depois da aviação de Israel destruir estradas e pontes de acesso, refere Koïchiro Matsuura, e sublinha que para além de estarem gravemente ameaçadas as populações, em especial as crianças, «o mundo deve proteger as áreas e os bens culturais de valor inestimável»
Koïchiro Matsuura renova e estende e o apelo para a protecção de outros lugares da herança histórica e cultural, incluindo Baalbek, Byblos, Anjar, o vale Holy e a floresta dos Cedros de Deus, no Líbano, bem como a cidade velha de Acre, em Israel.
O mundo inteiro deve assegurar que «todos os bens históricos sobrevivam para serem deixadas para as gerações futuras, da mesma forma que as gerações anteriores nos deixaram», refere Koïchiro Matsuura, que acrescenta, «todos estes nomes, que fazem parte da nossa imaginação, são símbolos do encontro das religiões e das culturas que se reconhecem universais e fazem parte da nossa herança comum».
Israel e o Líbano são subscritores da Convenção da Haia, de 1954, para a protecção dos bens culturais em caso de conflito armado e da Convenção do Património Mundial Cultural e Natural, de 1972. Em conformidade com as convenções Koïchiro Matsuura faz um veemente apelo, para que sejam cumpridos todos os compromissos e tomadas todas as medidas necessárias para salvaguardar e proteger os bens culturais e de património da humanidade.
A UNESCO encontra-se pronta para, logo que a situação o permita, intervir a fim de avaliar o estado dos lugares, e efectuar as intervenções necessárias à reabilitação dos bens de património histórico, referiu o director da UNESCO, de acordo com comunicado da organização.
Koïchiro Matsuura, na qualidade de director geral da Unesco interroga-se sobre a situação actual no Libano com as seguintes perguntas:
Que futuro para um pais onde as pessoas são deslocadas, acossadas pelo fogo, e onde a morte está sempre presente?
Que futuro para um país onde as crianças vêem as escolas ser destruidas, um país onde a memoria é trespassada em conjunto com a herança cultural dos lugares prestegiados e que são a herança da humanidade na sua totalidade?
Quais as perspectivas podem existir para a de uma sociedade do conhecimento num país saqueado pela perda da da sua energia e dos dos talentos essenciais?
O que é que vemos no futuro para a juventude do Médio Oriente, independentemente da nacionalidade, filiação ou relegião, quando os espíritos correm o risco de estar totalmente e profundamente preocupados, que nunca mais poderão aprender a falar com os seus vizinhos?

 

 


3º Encontro Nacional e 1º Encontro Luso-Galaico sobre weblogs

3º Encontro Nacional e 1º Encontro Luso-Galaico sobre weblogs

Vai decorrer em Outubro 3º Encontro Nacional e 1º Encontro Luso-Galaico sobre Weblogs Numa iniciativa levada a cabo pelo Centro de Estudos das Tecnologias, Artes e Ciências da Comunicação (CETAC.COM) da Universidade do Porto com o apoio da Licenciatura em Jornalismo e Ciências da Comunicação (LJCC) da mesma universidade, este encontro visa "juntar investigadores, utilizadores e interessados em weblogs em Portugal. Este encontro tem como principal objectivo contribuir para a exploração deste tema e fomentar o desenvolvimento de uma comunidade de reflexão e investigação transdisciplinar nesta área", refere o weblog da organização.

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - A Convenção: Futuros projectos de investigação

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - A Convenção: Futuros projectos de investigação

Artigos Científicos
 
-10 Anos de Porto Património Mundial: Desde a Candidatura à Atribuição do Título de Património Mundial  ao Centro Histórico Portuense.
 
-Organização e Comunicação Institucional
 
- História do CRUARB – da Fundação à Responsabilidade pela Candidatura do Porto a Património Mundial.
 
Tese de Doutoramento – Universidade de Vigo
 
A Importância da Comunicação para a Atribuição do Título de Património Mundial no Âmbito da UNESCO aos Centros Históricos Urbanos.

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - A Convenção: Objectivos alcançados

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - A Convenção: Objectivos alcançados

- Recolha de informações relativas à fundação e desenvolvimento das organizações que tutelam o título de Património Mundial.
 
- Descrição aprofundada da orgânica de cada uma das instituições tutelares.
 
- Recolha de informação acerca dos tramites exigidos para a obtenção do título de Património Mundial.
 
- Descrição do protocolo exigido aos centros históricos considerados Património Mundial.

Apresentação Pública do Artigo

Para que um centro histórico possa obter o título de Património Mundial é necessário:
1 - “Cada Estado-membro da Convenção deve, submeter ao Comité para o Património Mundial um inventário de propriedades que façam parte do património cultural (…) que seja passível de ser incluído na Lista do Património Mundial – Lista Indicativa.
2 - “A Lista indicativa será então submetido ao Centro do Património Mundial, para ser estudado pelo Comité para o Património Mundial em colaboração com o ICOMOS e o ICCROM.
3 – Processo de Inscrição da propriedade na Lista do Património Mundial.

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - A Convenção: Definição de Património Cultural

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - A Convenção: Definição de Património Cultural

A Convenção: Definição de Património Cultural
 
De acordo com a “Convenção Relativa à Protecção Universal do Património Cultural e Natural” é considerado património cultural:
- “Monumentos: trabalhos arquitectónicos, trabalhos de escultura e de pintura monumental, elementos ou estruturas de uma natureza arqueológica, inscrições, habitações de caverna e combinações das características, qual seja do valor universal proeminente do ponto vista da história, arte ou ciência; grupos de edifícios:
 
- grupos dos edifícios separados ou conectados que, por causa da sua arquitectura, sua homogeneidade ou seu lugar na paisagem, tenham valor universal proeminente do ponto da vista da história, arte ou ciência.
 
São considerados património mundial monumentos como:
 
- Igrejas - (por exemplo a Igreja da Sagrada Família, em Barcelona),
 
- habitações que estejam relacionadas com figuras históricas (a casa de William Shakespeare, em Londres), ou factos históricos
 
- habitações em cavernas ou esculpidas na montanha (a cidade inca de Macchu Pichu, no Peru),
 
- pinturas (os frescos da Capela Cistina, em Roma)
 

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - A Convenção: A organização institucional

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - A Convenção: A organização institucional

A organização institucional

- Estados-membros
- Assembleia Geral
- Comité para o Património Mundial
- Centro do Património Mundial
- Outras instituições:
 
Divisão do Património Cultural
ICCROM (International Centre for
Study of the Preservation and
Restoration of Cultural Property
ICOMOS International Council
on Monuments and Sites
OWHCWorld Heritage Cities
Organization

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - Missão do Titulo de Património Mundial

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - Missão do Titulo de Património Mundial

Missão do Titulo de Património Mundial
 
- encorajar os países a assinar a Convenção de 1972 e a assegurar a protecção do seu património nacional e cultural.
 
- encorajar os Estados-membros da Convenção a nomear lugares a incluir na Lista do Património Mundial
- auxiliar os Estados-membros a salvaguardar os lugares Património Mundial fornecendo apoio técnico e profissional
 
- proporcionar assistência de emergência para lugares Património Mundial em perigo imediato
 
- apoiar as actividades de consciencialização para a conservação do Património Mundial levadas a cabo pelos Estados-membros
- encorajar a cooperação internacional para a conservação do património cultural e natural 
 

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - A Convenção do Património Mundial

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - A Convenção do Património Mundial

A Convenção do Património Mundial
 
Decisão de construir a barragem de Aswan, no Egipto, o qual inundaria o vale que contém os templos de Abu Simbel (Foto à direita), um tesouro da antiga civilização egípcia.
Esta campanha custou 80 milhões de dólares americanos, com metade desta quantia a ser doada por cerca de 50 países.
Em 1972 a UNESCO, criou a “Convention concerning the Protection of the World Cultural and Natural Heritage” (Convenção Relativa à Protecção Universal do Património Cultural e Natural)

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - ÍNDICE

Apresentação Pública do Artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por Égide da UNESCO" no EC-ISLA'06 - ÍNDICE

Índice da Apresentação do Artigo Científico
- A Convenção do Património Mundial
- Missão do Titulo de Património Mundial
- A Convenção: Definição de Património Cultural
- A organização institucional
- Orgânica da Candidatura e Classificação do Património Mundial
- Objectivos alcançados
- Futuros projectos de investigação
Irá decorrer no próximo dia 22 de Julho, em Leiria, o primeiro encontro científico do Grupo ISLA (EC-ISLA’06).
ste evento contará com a participação de vários professores e alunos dos quatro pólos do Instituto Superior de Línguas e Administração, bem como doutorando dos diversos programas de doutoramento que o ISLA tem protocolado com universidades espanholas (Universidade de Vigo, Universidade de La Rioja, Universidade da Corunha e Universidade de León.

Para além deste encontro que terá como pano de fundo diversas apresentações de trabalhos científicos, será elaborada também uma revista com divesos artigos científicos rela cionados com as seguintes áreas do saber: Ciências da Actividade Física e do Desporto, Economia, Gestão e Sistemas de Informação, Psicologia: Organizacional, Clínica e da Saúde, Turismo e Comunicação.

Leiria acolhe I Encontro Científico do Grupo ISLA

Leiria acolhe I Encontro Científico do Grupo ISLA

Irá decorrer no próximo dia 22 de Julho, em Leiria, o primeiro encontro científico do Grupo ISLA (EC-ISLA’06).

Este evento contará com a participação de vários professores e alunos dos quatro pólos do Instituto Superior de Línguas e Administração, bem como doutorando dos diversos programas de doutoramento que o ISLA tem protocolado com universidades espanholas (Universidade de Vigo, Universidade de La Rioja, Universidade da Corunha e Universidade de León.

Para além deste encontro que terá como pano de fundo diversas apresentações de trabalhos científicos, será elaborada também uma revista com divesos artigos científicos rela cionados com as seguintes áreas do saber: Ciências da Actividade Física e do Desporto, Economia, Gestão e Sistemas de Informação, Psicologia: Organizacional, Clínica e da Saúde, Turismo e Comunicação.

 

Como doutorando da Universidade de Vigo irei participar com o artigo "Comunicação, História, Organização e Protocolo relacionados com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de “Património Mundial” por égide da UNESCO", bem como com a apresentação pública do referido artigo

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PRESENTES NO TRABLHO DE INVESTIGAÇÃO RELATIVO À OBTENÇÃO DO DIPLOMA DE ESTUDOS AVANÇADOS EM COMUNICAÇÃO PELA UNIVERSIDADE DE VIGO

A Importância da Comunicação para a Preservação, Divulgação e Atribuição do Título de Património Mundial no Âmbito da UNESCO aos Centros Históricos urbanos

 

“Acção sobre a opinião pública”[1], como podemos ler em Jaime de Urzaíz e Fernandez del Castillo. E, como defende este autor[2] “se a opinião pública consiste na manifestação de altitudes colectivas que predominam na sociedade, no que diz respeito ao problemas de interesse geral”, também o mesmo se pode suceder com o “problema” do património, isto é, tornar a importância da sua preservação num “problema de interesse geral” para a opinião pública

 



[1] Del Castillo, Jaime de Urzáiz y Fernández (1997). De las Relaciones Públicas a la Comunicación Social Integral, Una Nueva Estrategia Comunicativa para las empresas y Instituciones. Madrid: Editorial San Martin, S.L., p. 87

[2] Del Castillo, J. U. F., Ídem.

 

 

- ICOMOS: sigla para “International Council on Monuments and Sites[1]. De acordo com o site desta instituição, o ICOMOS “é uma associação civil, não-governamental, com sede em Paris. É ligado à UNESCO, onde propõe os bens que receberão classificação de Património Cultural da Humanidade. O ICOMOS foi criado em 1964, durante o II Congresso Internacional de Arquitectos, em Veneza, ocasião em que foi escrita a declaração internacional de princípios norteadores de todas as acções de restauro”[2]. É um dos mais importantes parceiros da Rede de Informação do Património Mundial, já que é este organismo que providencia ao Comité para o Património Mundial as suas avaliações sobre as propriedades culturais de um monumento a ser inscrito na Lista do Património Mundial.



[1] Trad: Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios

[2] ICOMOS (2005), O que é ICOMOS. Extraído em 21 de Fevereiro de 2005 do sítio da ICOMOS: http://www.icomos.org.br/icomos.htm

 

IUCN: sigla para “International Union for Conservation of Nature and Natural Resources[1], esta instituição, fundada em 1948, e vulgarmente intitulada como “World Conservation Union”, é uma organização não-governamental, que, no que diz respeito ao Património Mundial, orienta o Comité para o Património Mundial na selecção de lugares considerados património natural. Com uma rede global de cientistas voluntários o IUCN vai mantendo o Comité informado do estado de conservação desse mesmo património classificado.



[1] Trad: União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais

 

- ICOM: sigla para “International Counsil of Meuseums”, é uma instituição que se dedica à promoção e desenvolvimento dos museus e da profissão de museólogo à escala mundial. Fundada em 1946 colabora com a UNESCO na preservação dos museus inscritos na Lista do Património Mundial).

 

José Maria La Porte[1] defende que:

 

Es cierto que campañas publicitarias destinadas a los públicos externos pueden también – de hecho es así – influir en los empleados, al igual que pueden ser influidos desde fuera de la empresa, por ejemplo, como consecuencia de un programa filantrópico que ésta ha puesto en marcha en una ciudad: un centro educativo, un museo, una muestra o cualquier otra iniciativa.



[1] La Porte, José Maria (2001). Entusiasmar a la Própria Institución. Gestión y Comunicacion Interna en las Organizaciones Sin Ánimo de Lucro. Madrid: Ediciones Internacionales Universitarias, p. 37

 

 

Tomás Alvarez e Mercedes Caballero[1] defendem, ainda no âmbito da comunicação interna que:

 

“Comunicación interna es un departamento que está aún estado embrionarios en muchas organizaciones, pero que se revela como absolutamente necesario en una estructura moderna, habida cuanta de su capacidad para dinamizar el entramado social de la entidad, dotándolo de una filosofía de acción, una identificación con la dirección, y logrando canalizar las energías interiores de cada uno de los integrantes para una mayor eficacia y competitividad”.



[1] Álvarez, Tomás & Caballero, Mercedes (1998). Vendedores de Imagen.Los retos de los nuevos Gabinetes de Comunicación. Barcelona: Ediciones Paidós Ibérica

 

 

Estes dois autores expõem[1] ainda que:

 

El objetivo básico es el de conseguir la implicación de los distintos componentes de la empresa o institución en una filosofía global de la misma. El éxito de la dirección de la identidad depende de la capacidad de motivar a las personas, logrando con ello incorporar la creatividad, el compromiso, el talento de cada individuo. Este enfoque parte de una base: el descubrimiento del valor de los recursos humanos del colectivo, y conforma a la comunicación interna como el agente de un contrato social entre el individuo y la identidad.



[1] Álvarez, T & Caballero M. Idém

 

Fernando Martín Martin[1] apresenta uma concreta definição de comunicação interna:

 

Conjunto de actividades efectuadas por cualquier organización, para la creación y mantenimiento de buenas relaciones con y entre sus miembros, a través del uso de diferentes medios de comunicación, que los mantengan informados, integrados y motivados, para contribuir con su trabajo al logro de los objetivos organizacionales.



[1] Martín, Fernando Martín (1998). Comunicación Empresarial e Institucional. Madrid: Editorial Universitas, p. 28

 

Citando Horácio Andrade[1], que:

 

Comunicación Externa: «Conjunto de mensajes emitidos por cualquier organización hacia sus diferentes públicos externos, encaminados a mantener o mejorar sus relaciones con ellos, a proyectar una imagen favorable o a promover sus actividades, productos o servicios».



[1] Martín, Fernando Martín (1998). Op. Cit. , p.28-29

 

 

Para Carlos G. Ramos Padilla[1] a comunicação externa “é a que se origina entre um ou vários dos membros da organização com as pessoas que não pertencem a ela. Esta comunicação pode efectuar-se dentro ou fora das instituições da organização. Como exemplos pode citar-se a edição de revistas promocionais, comunicados de imprensa, campanhas de publicidade, convites pessoais ou grupais, projecções audiovisuais, etc.”

Para Benigno Sanabria[2] toda a instituição deve-se dar a conhecer à sociedade em que se insere:

 

Toda institución, cualquiera que sea su objetivo (comercial, institucional, gubernamental, de producción, servicios, educacional, etc.) es creada para satisfacer necesidades sentidas, creadas o reales de una comunidad; y sea cual fuere la situación económica, política o social imperante, la institución necesita detectar cuáles son los escenarios en que la comunidad se esta moviendo, para crear las bases motivacionales a proyectar, con el fin de mantenerse allí en un espacio, un posicionamiento o un nicho productivo. La dinámica es una sola: la organización requiere amoldarse a las condiciones existentes en la comunidad, sin ver hacia atrás, sólo hacia el futuro.



[1] Padilla, Carlos G. Ramos (1991). La Comunicación: Un punto de Vista Organizacional. México: Editorial Trillas. , pp. 29-30. Trad.

[2] Sanabria, Benigno E.. Alicea (2003). Comuicación Empresarial Ejecutiva. Porto Rico: Centro de Competências da Comunicação da Universidade de Porto Rico., p.  7

 


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PRESENTES NO TRABLHO DE INVESTIGAÇÃO RELATIVO À OBTENÇÃO DO DIPLOMA DE ESTUDOS AVANÇADOS EM COMUNICAÇÃO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PRESENTES NO TRABLHO DE INVESTIGAÇÃO RELATIVO À OBTENÇÃO DO DIPLOMA DE ESTUDOS AVANÇADOS EM COMUNICAÇÃO

O acontecimento que despertou o interesse internacional por esta problemática foi, afirma a UNESCO[1] “a decisão de construir a barragem de Aswan, no Egipto, o qual inundaria o vale que contém os templos de Abu Simbel, um tesouro da antiga civilização egípcia. Em 1959, após um apelo dos governos do Egipto e do Sudão, a UNESCO decidiu lançar uma campanha internacional de protecção. A pesquisa arqueológica nas áreas a serem inundadas foi acelerada. Sobretudo, os templos de Abu Simbel e de Philae foram desmontados, movidos para terra seca e remontados”. Esta campanha custou, segundo os mesmos registos, 80 milhões de dólares americanos, com metade desta quantia a ser doada por cerca de 50 países.



[1] UNESCO, World Heritage Centre (2005), Brief History. Extraído em 13 de Fevereiro de 2005 do sítio da UNESCO: http://whc.unesco.org/pg.cfm?cid=169. Trad.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PRESENTES NO TRABLHO DE INVESTIGAÇÃO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PRESENTES NO TRABLHO DE INVESTIGAÇÃO

“Os nossos antepassados sabiam talvez que os jardins de Kahore, as mesquitas do Cairo, a Catedral de Amiens e os hipogeus de Malta eram monumentos sumptuosos, raros, estranhos. Por vezes mostravam-se sensíveis ao esplendor de uma montanha, de um grande rio e até de uma selva povoada de animais selvagens e chegavam a admitir que estes elementos pudessem fazer o orgulho de um povo e testemunhar a nobreza da sua história ou que estes acidentes geográficos pudessem simbolizar uma nação, suas aventuras e suas desventuras. Mas não lhes teria ocorrido a ideia de que isso tivesse um «valor universal»” UNESCO[1]



[1] UNESCO, Comissão Nacional (1992), O que é: A Protecção do Património Mundial, Cultural e Natural (Lisboa, C.N. UNESCO). Pág.3.

PÓS-GRADUAÇÃO-Tomar aposta na comunicação

O Politécnico de Tomar tem abertas as inscrições para a pós-graduação em “Comunicação e Património” até ao final do mês de Março. Com início marcado para Abril, esta Formação a decorrer no Centro de Estudos Politécnicos em Torres Novas (CEPTON) destina-se, essencialmente, a Bacharéis e Licenciados nas diferentes áreas da Comunicação e do Marketing, a Técnicos de Autarquias, Museus e outras Instituições de carácter cultural.

Esta Pós-Graduação tem como principal objectivo dotar os formandos de conhecimentos teóricos bem como de ferramentas práticas que permitam o desenvolvimento de estratégias de comunicação no âmbito do Património, envolvendo já suportes do campo das novas tecnologias e do audiovisual.

Desta forma, os formandos ficam aptos para desempenhar estas funções tanto em Museus, Gabinetes de Turismo, Associações Culturais e outras Instituições. Esta Formação representa, igualmente, um importante instrumento no reforço da qualificação dos quadros médios no domínio do Património Cultural e do Turismo.

Texto retirado do sítio "Ensino Magazine on-line" - http://www.rvj.pt/ensino/2006/mar2006/politecnico2.html

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PRESENTES NO TRABLHO DE INVESTIGAÇÃO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PRESENTES NO TRABLHO DE INVESTIGAÇÃO

Carlos Sotelo Enríquez[1] aposta na proposição de que:

La política de comunicación institucional, de acuerdo con una filosofía integradora, se lleva a cabo en los ámbitos interno y externo. Es un proceso simultáneo, y por tanto, no sucede primero en el interior de la organización, para después difundirse en el exterior, tal como han pretendido algunas doctrinas. Reconocer la participación de otras personas físicas y jurídicas, además de los miembros de la institución, en el desarrollo de la identidad, supone abrir la organización a otras relaciones informativas que ocurren al mismo tiempo.



[1] Enríquez, Carlos Sotelo (2001). Introducción a la Comunicación Institucional. Barcelona: Editorial Ariel. Pág. 187.

REPORTAGEM TSF: «Fechado para Obras»

REPORTAGEM TSF: «Fechado para Obras»

"O Centro Histórico do Porto juntou-se, em 1996, à lista dos locais seleccionados pela UNESCO como Património da Humanidade - uma distinção que se começou a desenhar a 25 de Junho desse ano, quando um comité de peritos internacional aprovou a candidatura do Porto, por unanimidade.

Dez anos depois, o Centro Histórico do Porto está mais degradado, mais vazio, mais entaipado. Aos microfones da TSF, portuenses, muito conhecidos ou dos mais anónimos, pronunciam-se quase em uníssono sobre a desilusão e revelam, mesmo, alguma frustração. Neste trabalho, conta-se também como tem sido possível evitar que o Centro Histórico venha a ser despromovido para a lista de Património da UNESCO em risco e escuta-se o autarca Rui Rio prometer 10 anos muito diferentes - para melhor.

«Fechado para obras» é uma grande reportagem de João Paulo Meneses com montagem e sonorização de Joaquim Dias."
Uma reportagem emitida a 24 de Junho, pelas 19h - CLIQUE AQUI PARA OUVIR -
Uma reportagem de grande qualidade que vale a pena ouvir e depois reflectir.

CENTRO HISTÓRICO DO PORTO COMEMORA 10 ANOS COMO PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE

CENTRO HISTÓRICO DO PORTO COMEMORA 10 ANOS COMO PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE

É em Dezembro que o Porto irá comemorar a decisão transmitida há dez anos pela 20ª Sessão do Comité do Centro do Património Mundial, reunido em Mérida, no México, de classificar o centro histórico da cidade invicta como Património da Humanidade (ou vulgarmente intitulado de Património Mundial). Apesar de ainda faltarem cerca de seis meses para se assinalar esta efeméride, já vem a lume alguns projectos destinados a recordar esta data emblemática para o burgo portuense: lançamentos de livros de alguns dos principais autores da poesia portuense para não deixar passar em claro esta data, publicação de um estudo relativo aos dez anos de património mundial, o que foi feito e que não foi feito para a preservação e divulgação do património.

Já esta semana, a rádio TSF emitirá um trabalho desenvolvido pelo jornalista João Paulo Menezes sobre o “outro lado da medalha”, isto é, a desilusão face à inércia visível no que respeita ao esforço de se preservar e divulgar o que muito “custou a alcançar” (Jornal de Notícias, sete de Dezembro de 1996). A não perder!

SINTRA: UNESCO QUER PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE COM AUTO-GESTÃO

SINTRA: UNESCO QUER PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE COM AUTO-GESTÃO

A Unesco recomenda a criação de uma estrutura independente para a gestão da paisagem cultural de Sintra, classificada como Património da Humanidade, no mais recente relatório elaborado por aquela organização das Nações Unidas.

O relatório da última visita de uma missão da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura a Sintra, entre 22 e 25 de Março, a que a Lusa teve acesso, conclui que «uma entidade específica (Task Force para Sintra Património da Humanidade) deve ser fundada e financiada» com o objectivo de elaborar um plano de gestão abrangente.

«A Task Force de Sintra Património da Humanidade necessita de ser independente das várias partes e interesses que operam na paisagem cultural Património da Humanidade de Sintra, mas deve trabalhar de perto e em cooperação com estes», recomenda o documento.

A Unesco propõe que o grupo de trabalho seja criado até ao fim de 2006 e financiado maioritariamente pelo Estado.

A gestão daquela paisagem cultural Património da Humanidade está actualmente divida por várias entidades, sobretudo a Câmara Municipal e a empresa pública Parques de Sintra, Monte da Lua (detida maioritariamente pelo Ministério do Ambiente).

«A ausência de uma moldura institucional clara e de uma estrutura coerente de gestão faz com que uma boa e efectiva gestão seja muito difícil», aponta o documento.

O relatório sublinha também que o Plano Director Municipal (PDM) de Sintra, em vigor desde 1999 e até 2009, «não tem directamente em consideração» a classificação de Sintra como Património da Humanidade.

O documento critica também o plano de gestão da área classificada, elaborado pela Câmara Municipal em 2005, para vigorar até 2009, afirmando que não estabelece uma hierarquia de prioridades, calendarização ou orçamentos para iniciativas.

A Unesco recomenda a sincronização entre o PDM e o plano de gestão assim que um novo PDM entre em vigor, em 2010.

O relatório considera que «a luta contra a urbanização massiva é certamente a mais difícil questão que os responsáveis pelo Património Mundial de Sintra terão de resolver nos próximos anos».

O documento sublinha a necessidade de restaurar o challet da Condessa de Edla e o interior do Palácio de Monserrate e critica a ausência de um serviço de aconselhamento aos proprietários privados de parques e edifícios de grande valor.

O controlo de plantas invasoras, nomeadamente as acácias, e a conservação e restauro de muros são outras recomendações da Unesco.

«As estradas de acesso aos parques e palácios são estreitas e serpenteantes com pouco espaço para estacionamento nas entradas dos parques», refere o relatório.

A Unesco recomenda que seja prestada especial atenção à criação de parques de estacionamento atractivos com pequenos autocarros «shutlle» que previnam engarrafamentos no futuro.

São também criticados os pavilhões pré-fabricados existentes em alguns parques, nomeadamente no da Pena, cuja demolição foi anunciada pela Parques de Sintra, Monte da Lua, dia 07 de Junho.

O relatório elogia o estado de conservação do Palácio da Vila e da Pena, do Convento dos Capuchos, da Quinta da Regaleira e as obras exteriores em Monserrate.

A reabertura do eléctrico que liga Sintra à Praia das Maças também recebe nota positiva.

O relatório considera que não há qualquer motivo para propor a inscrição da paisagem cultural de Sintra na lista de locais em risco de perder a classificação de Património da Humanidade.

Em 2004 a Unesco chegou a admitir a hipótese de colocar Sintra nessa lista, o que foi afastado em Julho desse ano numa reunião na China, em que a organização exigiu a apresentação de um relatório sobre todas as acções de gestão do património previstas, o chamado plano de gestão.

O documento foi entregue em Fevereiro de 2005 pelo presidente da Câmara, Fernando Seara (PSD), na sede da Unesco, em Paris, e ratificado depois pelo Comité do Património Mundial da Unesco.

«Após uma período muito difícil, alguns indicadores mostram uma tendência positiva», afirma o relatório agora elaborado, que sublinha o facto de o novo Conselho de Administração da empresa pública Parques de Sintra, Monte da Lua ter mostrado «uma clara vontade» de recuperar a sua situação financeira e aplicar um plano de trabalho coerente.

A Unesco sublinha que uma «equipa muito dinâmica» está actualmente a realizar programas educativos e que foi iniciado um estudo global estratégico sobre a urbanização do território.

O nível de conhecimento sobre a paisagem natural e cultural melhorou com inventários do Parque Natural de Sintra-Cascais, uma base de dados sobre as espécies existentes nos parques e jardins e os arquivos históricos da Quinta da Regaleira, afirma o documento.

Contactada pela agência Lusa, a Câmara Municipal de Sintra não quis comentar o relatório da Unesco.

Retirado do sítio: Diário Digital

18-06-2006 11:30:00