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COMUNICAÇÃO E PATRIMÓNIO MUNDIAL - Blogue de Apoio à Tese de Doutoramento

Tese de Doutoramento

TESE DE DOUTORAMENTO DEFENDIDA COM ÊXITO


Decorreu no dia 24 de Fevereiro, pelas 12h (de Espanha), na Faculdade de Ciências Sociais e da Comunicação, Universidade de Vigo, campus de Pontevedra, a Defesa da Tese de Doutoramento de Artur Filipe dos Santos, intitulada "A Importância da Comunicação na Atribuição, Divulgação e e Preservação do Título de Património Mundial sob a égide da UNESCO aos Centros Históricos Urbano.
Depois da Defesa da Tese, seguiram-se as considerações, sugestões e questões formuladas pelo Tribunal Doutoral, a que se seguiram as repostas do Doutorando às questões formuladas.
A defesa da tese encerrou com a assinatura da Acta, a que se seguiu um convívio entre os "actores" principais" que intervieram nesta cerimónia, coroada com a outorgação do título de Doutor a Artur Filipe dos Santos

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CAPÍTULOS DA TESE DE DOUTORAMENTO: FUNDAMENTOS TEÓRICOS

A salvaguarda do espólio arquitectónico e histórico

de Abu Simbel foi a primeira campanha internacional

de protecção sob a égide da UNESCO e contou com a colaboração de 50 países

 

Não é de agora que a Humanidade sentiu no âmago a vontade e a importância de preservar o seu legado, a sua obra feita no presente e no passado e defendê-la, para que um dia as gerações do futuro pudessem testemunhar a história, a que se toca, e assim conhecer, por intermédio dos monumentos, do património erigido, muito daquilo que os antepassados foram e criaram:

 

"Os nossos antepassados sabiam talvez que os jardins de Kahore, as mesquitas do Cairo, a Catedral de Amiens e os hipogeus de Malta eram monumentos sumptuosos, raros, estranhos. Por vezes mostravam-se sensíveis ao esplendor de uma montanha, de um grande rio e até de uma selva povoada de animais selvagens e chegavam a admitir que estes elementos pudessem fazer o orgulho de um povo e testemunhar a nobreza da sua história ou que estes acidentes geográficos pudessem simbolizar uma nação, suas aventuras e suas desventuras. Mas não lhes teria ocorrido a ideia de que isso tivesse um «valor universal»" UNESCO[1]

 

De acordo com os registos históricos da UNESCO, a ideia de criar uma organização internacional que "batalhasse" pela preservação do património cultural bem como o património natural, surgiu no final da Primeira Guerra Mundial, por altura da Criação da Sociedade das Nações, organização que antecedeu a actual Nações Unidas. Apesar da vontade de vários estados-membros dessa extinta organização se sentirem sensibilizados para a criação de um organismo que tutelasse a preservação do património histórico-cultural universal, essa ideia não vingou, caindo lentamente no esquecimento.

O acontecimento que despertou o interesse internacional por esta problemática foi, afirma a UNESCO "a decisão de construir a barragem de Aswan, no Egipto, o qual inundaria o vale que contém os templos de Abu Simbel, um tesouro da antiga civilização egípcia. Em 1959, após um apelo dos governos do Egipto e do Sudão, a UNESCO decidiu lançar uma campanha internacional de protecção. A pesquisa arqueológica nas áreas a serem inundadas foi acelerada. Sobretudo, os templos de Abu Simbel e de Philae foram desmontados, movidos para terra seca e remontados" [2]. Esta campanha custou, segundo os mesmos registos, 80 milhões de dólares americanos, com metade desta quantia a ser doada por cerca de 50 países.

O sucesso desta iniciativa levou a novas campanhas em Veneza (Itália), Moenjodaro (Paquistão) e Borobodur (Indonésia), entre outras.


[1] UNESCO, Comissão Nacional (1992), O que é: A Protecção do Património Mundial, Cultural e Natural. Lisboa: C.N. UNESCO, p. 3.

[2] UNESCO, World Heritage Centre (2005), Brief History. Extraído em 13 de Fevereiro de 2005 do sítio da UNESCO: http://whc.unesco.org/pg.cfm?cid=169. Trad.

ANEXOS PUBLICADOS NA TESE DE DOUTORAMENTO - Carta do Turismo Cultural ICOMOS 1976

ANEXOS PUBLICADOS NA TESE DE DOUTORAMENTO - Carta do Turismo Cultural ICOMOS 1976

ANEXOS PUBLICADOS NA TESE DE DOUTORAMENTO - Carta do Turismo Cultural ICOMOS 1976

 


Carta de Turismo Cultural ICOMOS (International Council on Monuments and Sites) de 1976

Introdução

1) ICOMOS tem como objetivo promover os meios para salvaguardar e garantir a conservação, realce e apreciação dos monumentos e sítios que constituem uma parte privilegiada do patrimônio da humanidade.

2) Em virtude dele, sente-se diretamente concernido pelos efeitos - tanto positivos como negativos - sobre o mencionado patrimônio derivados do desenvolvimento extraordinariamente forte das atividades turísticas no mundo. ICOMOS é consciente de que hoje, menos que nunca, o esforço vindo de qualquer organismo, por muito poderoso que seja em seu âmbito, não pode influir decisivamente no curso dos acontecimentos. Por essa razão tem que se levar em conta uma reflexão conjunta com as grandes organizações mundiais ou regionais que, de uma forma ou de outra, dividem estas preocupações e que desejam contribuir a aumentar um esforço universal, coerente e eficaz.

3) Os representantes dessas entidades, reunidos em Bruxelas (Bélgica), em 8 e 9 de novembro de 1976, no Seminário Internacional de Turismo Contemporâneo e Humanismo, entraram em acordo no seguinte:

Postura Básica

1) O turismo é um feito social, humano, econômico e cultural irreversível. Sua influência no campo dos monumentos e sítios é particularmente importante e só pode aumentar, dados os conhecidos fatores de desenvolvimento de tal atividade.

2) Contemplado com a perspectiva dos próximos vinte e cinco anos, dentro do contexto dos fenômenos expansivos que afronta o gênero humano e que podem produzir graves conseqüências, o turismo aparece como um dos fenômenos propícios para exercer uma influência altamente significativa no entorno do homem em geral e dos monumentos e sítios em particular. Para que resulte tolerável, a dita influência deve ser estudada cuidadosamente, e ser objeto de uma política concertada e efetiva a todos os níveis. Sem pretender fazer frente a esta necessidade em todos os seus aspectos, se considera que a presente aproximação, limitada ao turismo cultural, constitui um elemento positivo para a solução global que se requer.

3) O turismo cultural é aquela forma de turismo que tem por objetivo, entre outros fins, o conhecimento de monumentos e sítios histórico-artísticos. Exerce um efeito realmente positivo sobre estes tanto quanto contribui - para satisfazer seus próprios fins - a sua manutenção e proteção. Esta forma de turismo justifica, de fato, os esforços que tal manutenção e proteção exigem da comunidade humana, devido aos benefícios socioculturais e econômicos que comporta para toda a população implicada.

4) Sem dúvida, qualquer que seja sua motivação e os benefícios que possui, o turismo cultural não pode estar desligado dos efeitos negativos, nocivos e destrutivos que acarreta o uso massivo e descontrolado dos monumentos e dos sítios. O respeito a estes, ainda que se trate do desejo elementar de mantê-los num estado de aparência que lhes permita desempenhar seu papel como elementos de atração turística e de educação cultural, leva consigo a definição; o desenvolvimento de regras que mantenham níveis aceitáveis. Em todo caso, com uma perspectiva de futuro, o respeito ao patrimônio mundial, cultural e natural, é o que deve prevalecer sobre qualquer outra consideração, por muito justificada que esta se paute desde o ponto-de-vista social, político ou econômico. Tal respeito só pode assegurar-se mediante uma política dirigida à doação do equipamento necessário e à orientação do movimento turístico, que tenha em conta as limitações de uso e de densidade que não podem ser ignoradas impunemente. Além do mais, é preciso condenar toda doação de equipamento turísticos ou de serviços que entre em contradição com a primordial preocupação que há de ser o respeito devido ao patrimônio cultural existente. Bases de Atuação Fundamentando-se no que foi dito anteriormente:

1) Por uma parte as entidades representativas do setor turístico e, por outra, as de proteção do patrimônio natural e cultural, profundamente convencidas de que a preservação e promoção do patrimônio natural e cultural para o benefício da maioria somente se pode cumprir dentro de uma ordem pelo qual se integram os valores culturais e os objetivos sociais e econômicos que formam parte da planificação dos recursos dos Estados, regionais e municípios;

2) Tomam nota, com o maior interesse, das medidas formuladas nos apêndices desta declaração, que cada um deles está disposto a adotar em sua esfera de influência;

3) Fazem um chamamento aos Estados para que estes assegurem uma rápida e enérgica aplicação da Convenção Internacional para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural adotada em 16 de novembro de 1972, assim como da Recomendação de Nairobi;

4) Confiam em que a Organização Mundial de Turismo, em cumprimento de seus fins, e a UNESCO, no marco da mencionada Convenção, realizem o maior esforço possível, em colaboração com os organismos signatários, e com todos aqueles que no futuro se adirão, para assegurar a aplicação da política que as ditas entidades têm definido como a única capaz de proteger o gênero humano dos efeitos do incremento de um turismo anárquico cujo resultado é a negação de seus próprios objetivos;

5) Expressam seu desejo de que os Estados, por meio de suas estruturas administrativas, as organizações de operadores de turismo e as associações de consumidores e usuários adotem todas as medidas apropriadas para facilitar a informação e formação das pessoas que planejam viajar com fins turísticos dentro e fora de seu país;

6) Conscientes da extrema necessidade de modificar a atual atitude do público em geral sobre os grandes fenômenos desencadeados pelo desenvolvimento massivo do turismo, desejam que, desde a idade escolar, as crianças e os adolescentes sejam educados em conhecimento e em respeito pelos monumentos e sítios e o patrimônio cultural, e que todos os meios de comunicação escrita, falada ou visual exponham ao público os componentes deste problema, com o qual contribuam de uma forma efetiva à formação de uma consciência universal;

7) Unanimemente prestos à proteção do patrimônio cultural que é a verdadeira base do turismo internacional, se comprometem a ajudar na luta iniciada em todos as frentes contra a destruição deste patrimônio por todo tipo de contaminação; e, ao efeito, se apela aos arquitetos e expertos científicos de todo o mundo para que os mais avançados recursos da moderna tecnologia sejam postos a serviço da proteção dos monumentos.

8) Recomendam que os especialistas chamados a planejar e levar a cabo o uso turístico do patrimônio cultural e natural recebam uma formação adaptada à natureza multidisciplinar do problema e participem, desde seu começo, na programação e realização dos planos de desenvolvimento e equipamento turístico;

9) Declaram solenemente que sua ação tem como fim o respeito e a proteção da autenticidade e diversidade dos valores culturais, tanto nos países e regiões em vias de desenvolvimento como nos industrializados, e há que a sorte do patrimônio cultural da humanidade é realmente idêntica ante a perspectiva do provável desenvolvimento e expansão do turismo.

Fonte: PRIMO, Judite. Museologia e Patrimônio: Documentos Fundamentais - Organização e Apresentação. Cadernos de Sociomuseologia/ n.º 15, Págs.153-156; ULHT, 1999; Lisboa, Portugal. / Tradução de Judite S. Primo e Daniella Rebouças Silva. [1]


[1] ICOMOS (1976) Carta do Turismo Cultural. Extraído a 9 de Outubro de 2011 do sítio da Revista Museu: http://www.revistamuseu.com.br/legislacao/turismo/tur_cultural.asp

ANEXOS PUBLICADOS NA TESE DE DOUTORAMENTO

ANEXOS PUBLICADOS NA TESE DE DOUTORAMENTO

REPORTAJE

La cultura deja de ser florero (texto publicado no jornal El País)

FERNANDO SAMANIEGO - Madrid - 13/11/2006

 

Los ministros de Cultura de la Unión Europea se reúnen hoy y mañana en Bruselas en busca de una mayor potenciación del valor económico del sector cultural y creativo

 

La Comisión Europea quiere que la cultura se convierta en uno de los pilares de la Agenda de Lisboa, junto con el económico, el social y el medioambiental, para convertir la Europa de 2010 en la zona más competitiva del mundo. El Consejo de Ministros de Educación, Juventud y Cultura de la UE, que se celebrará en Bruselas hoy y mañana, analizará un estudio sobre el sector cultural y creativo, que representa entre el 3% y el 6% del producto interior bruto (PIB), con su influencia en el desarrollo económico y social, el empleo, las tecnologías de la información y la comunicación y el turismo cultural.

El estudio La economía de la cultura en Europa,elaborado por la consultora Kea European Affairs (www.keanet.eu) para la Dirección General de Educación y Cultura de la Comisión Europea, registra la realidad de la sociedad del conocimiento, sobre todo a partir de la digitalización del material cultural. Si la cultura deja de ser un adorno se unirá al desarrollo económico y social, la innovación y la cohesión para hacer de la Unión Europea en 2010 "la economía, basada en el conocimiento, más competitiva y dinámica del mundo, capaz de un crecimiento económico sostenible con más y mejores puestos de trabajo y mayor cohesión social".

El sector cultural y creativo facturó más de 654.000 millones de euros en 2003, mientras que la industria automovilística alcanzó los 271.000 millones en 2001 y las empresas de las tecnologías de la información y la comunicación (TIC), 541.000 millones en 2003. El sector contribuyó en un 2,6% al PIB de la Unión Europea en 2003; en el mismo año las actividades inmobiliarias contribuyeron en un 2,1% y el sector de la alimentación y bebidas, en un 1,9%. El estudio señala que ha tenido que elaborar definiciones concretas, instrumentos estadísticos y recogida de datos ante la ausencia de estadísticas adecuadas y de sus contenidos. Han entrado en los datos de Eurostat y en la base Amadeus, con información financiera sobre ocho millones de empresas públicas y privadas de 38 países europeos.

Para situar el sector cultural en Europa, el estudio ha tenido en cuenta las industrias tradicionales (cine, música, libros), pero incluye los medios de comunicación (prensa, radio, televisión), los sectores creativos (moda, diseño, arquitectura), el turismo cultural, las artes escénicas y visuales y el patrimonio cultural. Añade el impacto del sector en el turismo cultural y en las TIC y analiza los vínculos entre cultura, creatividad e innovación. En la evaluación figura el sector cultural, con los sectores no industriales, bienes y servicios de consumo en el acto (el campo de las artes y patrimonio cultural) y los industriales, los bienes culturales destinados a su reproducción, difusión y exportación (libro, cine, vídeo, música). En el sector creativo se incluyen actividades como el diseño, la arquitectura y la publicidad.

En el sector cultural y creativo trabajaban 5,8 millones de personas en 2004, lo que equivale al 3,1% de la población total empleada en la UE de los Veinticinco. El empleo es uno de los argumentos más claros de la repercusión de la cultura en la sociedad, así como su formación. En estadísticas locales, en la Comunidad de Madrid el 5,2% del empleo es cultural y en Cataluña llega al 3,9%. Para el conjunto europeo, el 46,8% de los trabajadores del sector tiene al menos un título universitario (frente al 25,7% de la cifra total de empleo), el porcentaje de autónomos es más del doble del que existe en la cifra total de empleo (28,8% frente al 14,1%) y se registra un 17% de trabajadores con contrato temporal (13,3% en la cifra total de empleo).

Además del efecto directo y cuantificable, el estudio tiene en cuenta los resultados económicos que se generan en otros sectores no culturales, sobre todo en el sector de las TIC y el desarrollo local, con alusiones a la banda ancha, Internet, telefonía móvil y el turismo. No pone en duda que el desarrollo de las nuevas tecnologías depende del atractivo de su contenido creativo (según la consultora PriceWaterhouseCoopers, el gasto en contenidos relacionados con las TIC representará el 12% del incremento total del gasto global en los sectores de ocio y medios hasta 2009). La cultura es motor para el turismo, una industria que contribuye al PIB de la UE con un 5,5% y tiene una cuota de mercado mundial del 55%, siendo Europa el destino más visitado del mundo, con 443,9 millones de llegadas internacionales en 2005, según la organización Mundial del Turismo de Naciones Unidas.

"Es el momento clave para que la cultura no pierda el tren de los objetivos estratégicos de la Agenda de Lisboa, por sus efectos en la ciudadanía, en la identidad europea y la cohesión social", afirma Fernando Gómez Riesco, subdirector general de Cooperación Cultural Internacional, del Ministerio de Cultura español. Después de la reunión de ministros de Bruselas, la Comisión Europea abrirá un procedimiento como base del documento político que se envía a la cumbre de jefes de Estado y de Gobierno en el Consejo Europeo de primavera, con Alemania en la presidencia semestral.

Gómez Riesco añade que hay que definir los campos y el ámbito de la cultura, establecer criterios de referencia, objetivos europeos, hasta conseguir una acción global, en aspectos como el empleo cultural, la distribución y circulación de bienes, la política de ayudas públicas a las industrias, el mercado interior cultural europeo. "La cultura aporta muchos fondos a través de la fiscalidad y del empleo, superiores a lo que recibe de los Presupuestos del Estado, de las comunidades o de los ayuntamientos. Ya es un paso adelante que la cultura no se entienda hoy sólo como gasto público. Igualmente, estamos ante una oportunidad única para que la cultura se integre con más plenitud en las políticas europeas y no sólo como una acción complementaria o de apoyo".

Un análisis de la inflación de costes en los teatros de Broadway, de 1966, es la primera referencia de los estudios que relacionan la cultura y la economía. Hoy, los expertos en este campo se reúnen cada dos años en un congreso internacional, el último celebrado el pasado mes de julio en Viena (el de 1998 tuvo a Barcelona como sede y el próximo será en Montreal). Discuten los modelos europeo y anglosajón de la cultura y el impacto del Guggenheim de Bilbao en la ciudad. Los departamentos de economía de universidades españolas (Barcelona, Oviedo, Valencia, Vitoria, Madrid, Valladolid, entre otras) investigan políticas e industrias culturales, economía del patrimonio, turismo cultural, y los estudios concretos abarcan el público del cine y del teatro, el Festival de Cine de Valladolid o el impacto en Salamanca cuando fue capital cultural europea.

"Sin duda, éste es un campo y una opción de futuro", señala Víctor Fernández Blanco, de la Universidad de Oviedo, que ha realizado análisis económicos del cine y de los museos, aspectos de defensa de la competencia, el consumo de música clásica y popular, los presupuestos públicos y la política de cooperación exterior. Señala que en los países europeos el sector cultural representa entre el 3% y el 6% del PIB, mientras que en Estados Unidos supera el 6%, siendo la audiovisual la segunda industria exportadora. "El mundo de la cultura está relacionado con la sociedad tecnológica y el mayor tiempo dedicado al ocio, con la creatividad, la defensa de los autores y la propiedad intelectual. Debería haber un claro impulso de la Administración hacia estos estudios".

Las cifras están en las publicaciones de la Fundación Autor (de la SGAE), el Libro Blanco de las industrias culturales de Cataluña o en el Anuario de estadísticas culturales 2005,del Ministerio de Cultura. Este último documento señala que el volumen anual de negocio de las industrias culturales españolas se sitúa en 2004 en los 32.000 millones de euros (la alimentación mueve 77.000 millones), con el sector editorial, que suma 7.400 millones; el de las artes gráficas y reproducción de soportes grabados, con 8.200 millones; las actividades de radio y televisión, con 5.700 millones, o las de cine y de vídeo, con 3.700 millones de euros.

Samaniego, Fernando (2006, Novembro 13). El País. La Cultura deja de ser Florero. Extraído a 17 de Janeiro do sítio do Jornal El País: http://www.elpais.com/articulo/cultura/cultura/deja/ser/florero/elpporcul/20061113elpepicul_2/Tes

BIBLIOGRAFIA WEB COMPLETA UTILIZADA NA TESE DE DOUTORAMENTO

BIBLIOGRAFIA WEB COMPLETA UTILIZADA NA TESE DE DOUTORAMENTO

Bibliografia Web - Fontes bibliográficas Web (websites, revistas on-line, repositórios e hemorotecas) estudadas e citadas no decurso da elaboração da Tese de Doutoramento em Comunicação, Relações Públicas, Publicidade e Protocolo, pela Faculdade de Ciências Socias e da Comunicação da Universidade de Vigo.

 

Fontes documentais Web

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Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação (2008) Análise Simples das Tiragens dos Principais Jornais e Revistas Portuguesas em 2008. Extraído a 17 de Dezembro de 2009 do sítio da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação:

http://www.apct.pt/analisesimples_00.aspx?publicacaosegmentoid=2&segselecionado=13

Associação Regional de Turismo dos Açores (2008). Ciclo de Conferências das Comemorações dos 25 Anos de Elevação de Angra a Património Mundial. Extraído a 17 de Dezembro do sítio da Associação Regional de Turismo dos Açores, Portugal: http://pt.artazores.com/noticias/ver.php?id=15

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El turismo cultural sumó el 2,5% del PIB en 2008 (2010, Fevereiro 9). El País. Extraído a 21 de Fevereiro de 2010 do sítio do Jornal El País:

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Especialistas nacionais e internacionais debatem papel do património cultural na promoção turística (2008, Setembro 30). Jornal de Notícias. Extraído a 13 de Janeiro de 2010 do sítio do Jornal de Notícias:

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Garcia, Beatriz (2010, Janeiro 22). Ávila Celebra su 25 Aniversario como Ciudad Patrimonio de la Humanidad en 210. Cadena COPE. Extraído a 17 de Março de 2010 do sítio da Cadena COPE: http://www.cope.es/avila/22-01-10--avila-celebra-su-25-aniversario-como-ciudad-patrimonio-humanidad-2010-128493-2

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IGESPAR (2009). Notícias. Extraído em 19 de Fevereiro de 2010 do sítio do IGESPAR: http://www.igespar.pt/pt/news/

IGESPAR (2011). Jornadas Europeias do Património 2011 - 23, 24 e 25 de Setembro de 2011 - Património e Paisagem Urbana. Extraído a 29 de Setembro de 2011 do sítio do IGESPAR: http://www.igespar.pt/pt/news/9/2060/

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Virtual World Heritage (2002). Heritage Management of Historic Cities: Planning for Mixed Use and Social Equity. Extraído a 12 de Novembro de 2006: http://www.virtualworldheritage.org/index.cfm?pg=Events&s=Mexico%20City&d=Details&l=en

VI Encuentro para la Promoción y Difusión del Patrimonio Inmaterial de los Países Andino (2005). Extraído a 22 de Março de 2006 do sítio da Universidade de Antioquia: http://internacional.udea.edu.co/prog2005final.pdf

World Heritage Centre (1992). World Heritage. Extraído em 17 de Maio de 2010 do sítio do Centro do Património Mundial: http://whc.unesco.org/en/about

World Heritage Center (2010). Jaeger-Le Coutre Launches its Second online Auction for the Preservation of World Heritage Sites. Extraído a 19 de Junho do sítio do Centro do Património Mundial: http://whc.unesco.org/en/news/595

World Heritage Centre (2010). Message from Francesco Bandarin, UNESCO Assistant-Director for Culture, on floods affecting European World Heritage sites. Extraído em 17 de Maio de 2010 do sítio do Centro do Património Mundial: http://whc.unesco.org/en/news/610

Xacobeo Galicia (2011). S. A. de Xestión do Plan Xacobeo. Extraído a 18 de Julio de 2011de http://institucional.xacobeo.es/es


ÍNDICE FINAL DA TESE DE DOUTORAMENTO

Publica-se neste Post o índice final da Tese de Doutoramento - O Papel da Comunicação na Atribuição, Preservação e Divulgação do Título de Património Mundial no Âmbito da UNESCO, Artur Filipe dos Santos, docente, formador e investigador e ex. jornalista, licenciado em Comunicação Social pela Escola Superior de Jornalismo, Porto, Mestre e Doutorando em Comunicação, Publicidade Relações Públicas e Protocolo, pela Universidade de Vigo, Galiza, Espanha:

 

Índice

I. Introdução                                 

II. As Ciências da Comunicação na atribuição e preservação do Título de Património Mundial da UNESCO

II.1     Fundamentos Teóricos

II.2     Campanhas de Comunicação Pública e o Património Cultural Classificado

II.3     O testemunho das Autoridades Oficiais quanto ao papel da Comunicação nas questões do Património Mundial

III. O Interesse dos mass media na divulgação do Património Mundial

III.1 O Património Mundial nos jornais, nas rádios e nas televisões

III.2 O Património Mundial nas páginas web institucionais, nas páginas web pessoais e nos blogs

III.3 O Património Mundial em campanhas de publicidade

IV. Estudo comparativo entre os periódicos Jornal de Notícias e a Voz de Galicia.

IV.1 Desenvolvimento do Projecto                                                  

IV.2 Exposição do Trabalho                                                            

V. Conclusões                                                                        

 VI. Bibliografia                                                              

VII. Anexos                           

 

BIBLIOGRAFIA RELACIONADA COM ESTUDO DAS CAMPANHAS DE COMUNICAÇÃO PÚBLICAS

Bibliografia aconselhada pela orientadora desta Tese de Doutoramento, Professora Doutora Aurora García González, para um claro e útil estudo da temática das Camapanhas de Comunicação Pública:

  • Martín Algarra, Manuel (1997). Las Campañas de Comunicación Pública. La Comunicación y Salud como Campo de Estudio", em Comunicación y Sociedad, Vol. X
  • E. Rice, Ronald e K. Atkin, Charles (eds.) (2000). Public Communication Campaigns. Sage Newbury Park, 3ª Edição
  • E. Rice, Ronald e K. Atkin, Charles (1994). Principles of Successful Communication Campaigns, em Bryant, Jennings e Zillmann, Dolf, Media Effects Advances in Theory and Research. Hillsdale: Lawrence Erlbaum Associates 

 

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TÍTULO FINAL DA TESE DE DOUTORAMENTO

Estando neste momento a concluir a Tese de Doutoramento em Comunicação, Publicidade, Relações Públicas e Protocolo, Faculdade de ciências Sociais e da Comunicação, Universidade de Vigo, Galiza, Espanha, apresenta-se neste Post aquele que será o título final da Tese, dado "de alta" pela orientadora deste tese, Professora Doutora Aurora García González:

 

 

O Papel da Comunicação na Atribuição, Preservação e Divulgação do

Título de Património Mundial

no Âmbito da UNESCO.

 

Artur Filipe dos Santos

 

 

 

Artigo de Artur Santos publicado na Revista Científica "DOMUS"

Artigo de Artur Santos publicado na Revista Científica "DOMUS"

Um artigo científico de Artur Filipe dos Santos, com o título "Comunicação, História, Organização e Protocolo: Relações com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de Património Mundial" por égide da UNESCO" foi publicado no I número da Revista Científica "Domus", iniciativa desenvolvida pelo grupo ISLA

 

Dos Santos, Artur Filipe (2007). Comunicação, História, Organização e Protocolo: Relações com a Candidatura, Selecção e Atribuição do Título de Património Mundial" por égide da UNESCO. Revista Científica DOMUS, 58-71.

Publicação de Excertos do Trabalho de Investigação Tutelado para a Obtenção do Diploma de Estudos Avançados do Doutoramento em Comunicação da Universidade de Vigo

Publicação de Excertos do Trabalho de Investigação Tutelado para a Obtenção do Diploma de Estudos Avançados do Doutoramento em Comunicação da Universidade de Vigo

Agradecimentos

 

 

À Professora Doutora Aurora García González, por toda a sua “generosidade” nas aulas que ministrou, na orientação deste trabalho, na simpatia e amizade demonstradas ao longo do tempo.

À minha sempre companheira Marta Loureiro, por tudo.

À minha mãe, por possibilitar o cumprir de um sonho

Tino Nóvoa, responsável pelo arquivo de La Voz de Galicia

Serviços da Biblioteca Central da Universidade de Vigo, Campus de As Lagoas Marcosende e serviços da Biblioteca Central do Campus de Pontevedra.


Versão do Blog Comunicação e Patrimonio Mundial no Blogspot

Este blog tem uma versão no blogspot: http://comunicacaoepatrimonio.blogspot.com/

"Comunicação e Património Mundial registado no site "PHDweblogs.net"

"Comunicação e Património Mundial registado no site "PHDweblogs.net" O blog "Comunicação e Património Mundial", relativo à tese de doutoramento de Artur Filipe dos Santos, encontra-se registado no site PHDweblogs.net
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